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CONINI 2022 oferece curso de monitoramento não invasivo de variações de complacência e pressão intracraniana, aberto, inclusive, a não participantes do congresso

O curso Complacência e PIC não invasiva acontece no CONINI 2022, em 4 de agosto, com inscrições abertas a todos os interessados, independentemente de participação no congresso. Além disso, os valores são diferenciados para permitir acesso para o maior número de participantes no curso sobre a tecnologia. A iniciativa tem apoio da brain4care.

Reconhecido como um dos mais importantes fóruns de discussão e atualização da medicina intensiva neurológica no Brasil, o IV Congresso Internacional de Neurointensivismo (CONINI) acontece, no formato presencial, de 3 a 6 de agosto, no Rio de Janeiro (RJ). O evento é realizado pela Associação Brasileira de Neurointensivismo (ABNI) e, neste ano, vai oferecer como parte de sua programação educacional, o curso Complacência e PIC não invasiva. A iniciativa acontece em 4 de agosto e tem apoio da brain4care. Para ampliar o acesso ao maior número de interessados no tema, as inscrições têm valor diferenciado e estão abertas, inclusive, a não participantes do congresso.

O neurointensivista Pedro Kurtz, membro da comissão organizadora do CONINI, destaca a importância de trazer para os médicos o conhecimento sobre a nova tecnologia que permite avaliar de maneira não invasiva as variações de complacência (CIC) e pressão intracraniana (PIC) em diversas situações clínicas. “Em parceria com a brain4care formatamos um curso em que os participantes terão acesso a informações sobre aplicações clínicas da tecnologia e aspectos da função cerebral que não tinham como ser monitorados anteriormente”, afirma.

Coordenado pelo neurocirurgião Raphael Bertani, o curso é destinado a neurologistas, neurointensivistas, neurocirurgiões, entre outras especialidades, e para médicos residentes e estudantes de medicina. Também na avaliação de Bertani é uma oportunidade de atualização sobre a tecnologia. Com o monitoramento não invasivo, em tempo real, as informações captadas por um sensor posicionado na cabeça do paciente são enviadas para a nuvem da brain4care, processadas por algoritmos e devolvidas no formato de relatórios que apresentam informações adicionais sobre a morfologia do pulso da PIC que podem auxiliar no diagnóstico, na definição de tratamento e no acompanhamento da evolução da pressão e complacência intracraniana dos pacientes, com uma série de possibilidades de aplicação na terapia neurointensiva.

Bertani, que utiliza a tecnologia em sua prática clínica, traz o exemplo de um paciente com hidrocefalia de pressão normal (HPN), usuário de válvula de derivação na caixa craniana (tratamento utilizado para controle da doença), que chegou ao hospital com muitos sintomas, mesmo com a tomografia sem alterações (realizada em outro serviço) significativas e válvula aparentemente funcionante à palpação do reservatório. Submetido ao monitoramento não invasivo, a complacência intracraniana permanecia alterada, mesmo depois da regulagem da válvula. Com isso, entre as possíveis hipóteses, a de uma obstrução distal tornou-se a mais provável e foi confirmada por uma tomografia do abdômen. “Ter acesso aos dados que podem sugerir uma alteração da complacência intracraniana dá mais agilidade e potencialmente otimiza a acurácia diagnóstica. O paciente também se sente mais seguro ao poder visualizar o resultado do monitoramento antes e depois de tratado”, diz.

Dessa forma, o monitoramento não invasivo das variações de pressão e complacência intracraniana tem se revelado importante em várias aplicações. Entre elas: hidrocefalia e lesão cerebral aguda (qualificação do diagnóstico multimodal, orientação da terapêutica e acompanhamento da evolução do caso); hemodinâmica cerebral (manejo individualizado de volemia, pressão arterial média e pressão de perfusão cerebral); punção lombar (qualificação do tap test, redução de risco de herniação cerebral e manejo individualizado do paciente). A tecnologia brain4care pode ser utilizada em ambientes hospitalares – UTIs, emergência, centro cirúrgico, ambulatórios – e não hospitalares, como consultórios e clínicas.

aulas teóricas e práticas

O curso conta com sessões teóricas e práticas. Na parte teórica serão abordados os temas Neurofisiologia e Complacência Intracraniana. “São conceitos que os médicos de áreas neurológicas conhecem, mas que merecem ser revisitados devido a cultura vigente do estudo da PIC que, de modo geral, utiliza o método invasivo, realizado por meio da inserção cirúrgica de um cateter na caixa craniana, que nos dá o valor numérico da PIC”, informa Bertani. Em função disso, conceitos da neurofisiologia, como elastância e complacência, que estão relacionados com a PIC e são essenciais para utilização do sensor não invasivo foram colocados no programa. Nas sessões práticas, os participantes terão contato com aspectos relacionados ao funcionamento e utilização da tecnologia, com demonstrações de seu uso em tempo real.

sobre as inscrições

O curso é presencial e aberto a não participantes do congresso, com custos que variam de R$ 100 (associados) a R$ 130 (não associados às entidades parceiras do evento).

Confira a programação do curso:
https://www.conini.com.br/complacencia-e-pic-nao-invasiva

As vagas são limitadas. Inscreva-se:
https://www.conini.com.br/inscricoes

sobre o CONINI

Em sua quarta edição, o Congresso Internacional de Neurointensivismo (CONINI) é o mais importante evento da área no país, principalmente, por acompanhar os avanços e fazer a ponte entre a medicina intensiva e a neurologia. Realizado pela Associação Brasileira de Neurointensivismo (ABNI), o CONINI é direcionado a médicos neurologistas, neurocirurgiões, neurointensivistas, intensivistas, residentes, acadêmicos e profissionais de saúde, que atuam no tratamento do paciente neurológico crítico ou esteja interessado nessa área.

No Congresso deste ano são 55 palestrantes convidados, dos quais 20 são internacionais. São dois dias dedicados ao congresso (5 e 6 de agosto) e outros dois, (3 e 4), à programação educacional. O conteúdo do congresso é atual, diversificado e alinhado às evidências científicas mais recentes da neurologia e da medicina intensiva. O programa educacional foi elaborado para atender profissionais de diversos níveis de conhecimento e especialização. Mais informações: https://www.conini.com.br/

Sobre a brain4care

A brain4care é uma healthtech brasileira de base científica que desenvolve e oferta tecnologia pioneira de monitoramento não invasivo de variações de pressão e complacência intracraniana. Isso é feito por meio de um dispositivo wearable (um sensor posicionado na cabeça do paciente com uma banda de fixação), acessível e de baixo custo, conectado via internet a uma plataforma analítica, que fornece em poucos minutos informações adicionais que qualificam o diagnóstico, orientam a terapêutica e indicam evolução de distúrbios neurológicos. Por sinal, distúrbios neurológicos são a segunda causa mundial de morte prematura e a primeira de incapacidades, de acordo com estudo publicado na The Lancet Neurology*.

Fundada em 2014 pelo físico e químico Sérgio Mascarenhas (1928-2021) e acelerada no Vale do Silício pela Singularity University em 2017, a brain4care obteve liberação da tecnologia pela Anvisa em 2019, pelo FDA em 2021 e encontra-se em utilização comercial em mais de 50 hospitais e clínicas no Brasil. Além disso, conta com 51 publicações científicas de estudos realizados em centros de referência como USP, Unifesp, Universidade do Porto, Cleveland Clinic e Mayo Clinic. Atualmente, a brain4care prepara sua expansão para o mercado internacional e conta com escritórios no Brasil, em São Paulo e São Carlos, e nos Estados Unidos, em Atlanta.

* Artigo publicado na Neurocritical Care
https://link.springer.com/article/10.1007/s12028-022-01477-4

informações à imprensa

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